Clássicos femininos

Você já aprendeu a arrumar seu armário, agora é hora de conhecer alguns clássicos essenciais.

Itens quase que obrigatórios no guarda roupas de qualquer mulher, essas peças têm história e quebram sempre o galho na hora de sair linda e não errar.

Antítese da alta-costura, o jeans é uma peça básica com aura de elegância descontraída instantânea. Fica bem com quase qualquer coisa, desde uma camiseta até um espartilho estruturado. “Vista um jeans e receba um pouco de glamour marginal“, já dizia o ditado anônimo. Foto: Calça Levi’s

Antes, o preto era símbolo de viuvez. Hoje é símbolo de classe. Simples o suficiente para ser notado e, para a mulher que usa, fica a marca do bom gosto e elegência. Diversas mulheres como Lady Di e Elizabeth Hurley usaram a peça para transformer suas imagens públicas. Foto: Vestido Castilho

Apropriada do guarda roupa masculino, a camisa de tecido com botões é peça essêncial para uma mulher elegante. Slim Leith gostava de combinar camisa branca com calça preta e um bolero vermelho nos anos 1940. Jane Birkin, Audrey Hepburn e Ali MacGarw também a usaram. Foto: Camisa Brooksfield Donna

Ideal para o clima quente, podem ser usadas tanto em produções informais no dia-a-dia como em festas apenas variando o tecidos em que são confeccionadas. A origem da palavra vem do nome de Juan Bermúdez, descobridor do arquipélogo das Bermudas. A peça surgiu e se popularizou quando os ingleses encurtaram o comprimento da calça nas colônias de clima quente, por volta de 1920. Foto: Bermuda Cristine Ban

Como item masculino, o blazer marinho é um clássico surgido nos tempos da rainha Vitória no Reino Unido. A apropriação da peça para o guarda roupas feminino começou na Belle Époque quando houve a necessidade de usar uma espécie de capa de corte masculino para proteger os vestidos da chuva. Se fortaleceu depois da Primeira Guerra e virou ítem obrigatório pelas mãos de Coco Chanel. Foto: Blazer Gucci

Referências acham listas nas roupas dos filisteus da Bíblia, dos leprosos e bufões na Idade média, das prostitutas de Giotto e nos presidiálios dos quadrinhos. Tinha caráter depreciativo. No Renascimento, as listras foram usadas em pijamas e roupas de banho. A camiseta tradicional dos marinheiros, chegou á moda com Gerald Murphy, eleito o homem mais elegante da classe de Yale em 1912. Coco Chanel, mais uma vez, ajudou a celebrizar as listras entre o público feminino. Foto: Camiseta Marisa

Também conhecida como “saia secretária“, surgiu nos anos de 1950. Sensual e discreta, tornou-se famosa pelas heroínas do cinema francês. Foi popularizada por Joan Crawford, Tip Hedren e Kim Novak. No Brasil foi amplamente adotada na década de 1960 junto com os escapins. Foto: Saia Madame X

Foi usado pelos oficiais britânicos da Guerra da Criméia no século XIX. O nome é uma homenagem ao comandante da tropa, o conde Cardigan (abrasileirando, “Cardigã”). Na década de 1920, foi usado numa combinação com saias por Chanel. Desde então não saiu mais de moda. Foto: Cardigã Lilly Sarti

O estilista francês Paul Pioret (1879 – 1944) – o mesmo que deceretou o fim do espartilho – apresentou pela primeira vez um modelo feminino bufante em Paris em 1909. Em 1920, Chanel apresentou um modelo inspirado nos uniformes dos marinheiros. Até o começo dos anos 6O não era muito comum uma mulher usar calças. Hoje, uma calça de corte reto em tecido, é um dos coringas do guarda roupas feminino. Foto: Calça Graça Ottoni

Um clássico usado pelas grandes divas do cinema como Audrey Hepburn em “Bonequinha de luxo“, Catherine Deneuve, Jane Fonda e, seu ícone maior, a modelo dos anos 1960, Jean Shrimpton. Fotografada por David Bailey em 1962 para a capa da Vogue britânica, sua imagem na Tower Bridge tornou-se famosa no mundo todo. Foto: Treanch coat Gant

Marilyn Monroe com toda sua loirice disse: “Não sei quem inventou o salto alto, mas as mulheres lhe devem muito“. Não há como negar que uma mulher de salto (e que saiba andar com ele) é muito elegante. Do italiano “scarpino“, é uma forma reduzida dessa palavra que significa sapato. Foi popularizado em 1947 por Christian Dior. Foto: Sapatos Christian Louboutin

Não existe na história, referências de como seria a primeira bolsa. Uma das primeiras citações sobre bolsa feminina, encontra-se na Bíblia datada entre os anos de 750 a.C.. As clássicas e chamosas Louis Vuitton são desejadas por mulheres do mundo todo. A bolsa média básica, onde cabe tudo que é necessário, serve para qualquer tipo de mulher. Foto: Bolsa de couro Corello

Fontes: livro “O pretinho básico” de Nancy MacDonnel Smith, Guia dicas grátis, Revista Manequim online, Fashion n´Roll,

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